
O tratamento especializado em coluna, que identifica a causa do problema e a partir daí determina o melhor tratamento ideal para cada caso. Utilizamos as principais técnicas com comprovações científicas abordadas pelo tratamento conservador, sem a necessidade de cirurgia.
A hérnia de disco acontece quando o disco que fica entre as vértebras (aquele "amortecedor" da coluna) se desloca ou rompe, podendo comprimir nervos ao redor.
Cirurgia para hérnia de disco está indicada apenas para 3% dos casos, quando há risco neurológico grave, como:
Perda de força progressiva.
Incontinência urinária ou fecal
Ou quando a dor é absolutamente incapacitante e não responde a nenhum tratamento conservador bem conduzido.
• 1 em cada 5 pessoas que fazem cirurgia precisam operar de novo em até 4 anos
• 40% dos operados ficam iguais ou piores após a cirurgia.
Veja por exemplo esse caso, paciente estava com uma hérnia de disco grande, ficou preocupado quando recebeu o diagnóstico do exame, já era indicação cirúrgica, mas em poucas sessões conseguimos reverter, somente com o tratamento conservador.
O tratamento foi sem necessidade de cirurgia
Viu essa imagem? Isso se chama Lateral Shift. A pessoa literalmente trava torta e não consegue se endireitar sozinha. Um ombro para um lado, quadril para o outro, dor insuportável.
Como isso acontece? Você está aí com dor na lombar, tomando remédio, fazendo repouso, achando que vai passar. Só que não passa. A hérnia continua lá. Seu corpo compensa, compensa, compensa até que um dia você abaixa para pegar algo no chão e trava.
Muitas vezes é uma posição adotada pelo corpo do paciente para evitar a dor.

Mesma situação da hérnia lombar, mas na região do pescoço. Pode gerar dor no pescoço e sensação de peso ou desconforto que pode ir para o ombro e braço.

Dor causada pela irritação do maior nervo do corpo. Geralmente começa na lombar e pode “descer” para glúteo, coxa, panturrilha ou pé. Em grande maioria sua causa vem de uma hérnia de disco que toca no nervo.

Embora não seja uma patologia, é um sintoma muito comum, dor na parte de baixo das costas. Pode ser leve ou travar você por completo, e geralmente aparece por esforço repetitivo, postura viciosa ou sobrecarga.

Dor no pescoço que piora ao virar a cabeça, olhar para baixo, trabalhar no computador ou dormir mal. É muito comum em quem passa horas sentado.

Dor de cabeça que não começa no crânio, mas no pescoço. A dor “sobe” para a região da cabeça por causa da tensão nos músculos ou articulações da cervical.

Desgaste natural das articulações da coluna ao longo do tempo. Pode causar dor, rigidez e sensação de “travamento”, principalmente pela manhã.

Curvatura lateral da coluna, criando um formato de “S” ou “C”. Pode gerar dor, assimetria nos ombros e compensações musculares ao longo do tempo.

O canal por onde passam os nervos vai “apertando”. Isso pode causar dor nas costas ou nas pernas ao andar, e melhora quando você senta ou inclina o tronco para frente.






A dor começa a aliviar já nas primeiras sessões e na grande maioria dos casos, você volta a viver com segurança e sem limitações em 4 a 6 semanas.
KARLA CÔGO
Fisioterapeuta especialista em tratamento de coluna sem cirurgia, com mais de 20 anos de experiência. Sua atuação combina técnicas avançadas, formações internacionais e uma abordagem profundamente individualizada, focada na causa da dor — não apenas no alívio imediato.
Karla não chegou até aqui por acaso. Começou no Pilates com o que era possível naquele momento, mas desde o início carregava a mesma marca: determinação e estudo. Ao investir na própria formação, se destacou rapidamente e conquistou a oportunidade de atuar na Zona Sul do RJ, onde entendeu que técnica, postura e presença são o que constroem a confiança do paciente.
O ritmo intenso trouxe um alerta decisivo: um episódio de exaustão no trânsito quase resultou em um acidente grave. A partir disso, tomou uma decisão que mudaria tudo. Com o apoio do pai, abriu seu próprio estúdio — que cresceu, ultrapassou 140 alunos e se consolidou como referência, baseado em constância, detalhe e respeito pelo método.
A osteopatia entrou como um chamado antigo. Inspirada por profissionais que tratavam casos complexos com precisão, buscou formação internacional na Escola de Osteopatia de Madrid. Esse aprofundamento marcou um divisor de águas: casos que antes levavam meses passaram a evoluir em poucas sessões, com foco direto na raiz do problema.
Hoje, Karla integra a osteopatia como base do tratamento da coluna e o Pilates como continuidade estratégica, garantindo estabilidade e manutenção dos resultados.
Sua formação reúne:
• Osteopatia pela Escola de Osteopatia de Madrid
• Pilates Clássico (Authentic Pilates Learning Center) e Contemporâneo
• Método TMA (Terapia Manual Avançada)
• Método McKenzie (ênfase em coluna lombar)
• LPF e Ginástica Hipopressiva
• Posturologia e palmilhas osteopáticas
Essa combinação permite um tratamento mais completo, preciso e duradouro respeitando a individualidade de cada paciente e promovendo resultados consistentes ao longo do tempo.




Não. Meu atendimento é particular e exclusivo.
Convênio limita o tempo de consulta, não permite o uso de todas as técnicas necessárias e força protocolos genéricos que não resolvem de verdade. Aqui você tem 50-60 minutos de atenção total, avaliação completa, técnicas manuais avançadas e tecnologias de última geração. Investimento em resultado custa menos que anos de sofrimento.
Como meu trabalho é especializado em pessoas idosas, com avaliação detalhada, acompanhamento próximo da família e foco em autonomia, escolhi atuar apenas de forma particular para poder entregar o cuidado com calma, profundidade, técnica e no ritmo que cada idoso realmente precisa.
O tamanho da hérnia não define gravidade nem necessidade cirúrgica.
Você pode ter uma hérnia extrusa ou sequestrada e ainda assim ter uma resposta excelente ao tratamento conservador.
Sabe por quê? Porque o que importa é o comportamento mecânico da dor como seu corpo responde ao movimento certo. É por isso que vemos pessoas com hérnias grandes sem dor, e outras com hérnias pequenas em crise severa.
Errado. Dor intensa assusta, mas não é sinônimo de gravidade estrutural.
A maioria das dores por hérnia são compressivas vêm do contato do disco com o nervo, não da destruição da coluna. Com a estratégia correta (preferência direcional, mobilizações específicas, fortalecimento progressivo), conseguimos centralizar a dor e aliviar sem cirurgia.
Estudos mostram que 40% dos operados ficam iguais ou piores, e 1 em cada 5 precisa reoperar em até 4 anos. Dor forte não é motivo automático para operar. É sinal de que você precisa de um plano inteligente.
97% dos casos não precisam de cirurgia, precisaria avaliar para dar uma resposta concreta.
O modelo tradicional de saúde ainda é muito centrado no uso de imagens. Mas a ciência já mostrou que laudo não é diagnóstico. Mais da metade das pessoas sem dor nenhuma apresentam hérnia na ressonância.
A indicação cirúrgica só é válida quando há sintomas neurológicos graves, progressivos e refratários a um tratamento bem conduzido.
Se você ainda não fez fisioterapia moderna, ativa e com raciocínio clínico, não aceite cirurgia como única opção.
O problema não é a fisioterapia. É qual fisioterapia você recebeu.
Se você passou por sessões de choquinho, gelo, alongamento genérico e aparelhos que fazem tudo por você, você não foi tratado. Foi apenas aliviado momentaneamente.
A abordagem que resolve é aquela que identifica o comportamento da sua dor, aplica exercícios ativos e direcionais e trabalha com raciocínio clínico. Fisioterapia de verdade não é passiva. É estratégica.
Essa insegurança é comum e válida. Mas o problema é associar dor à “lesão grave” e isso nem sempre é verdade.
O exercício certo, no momento certo, é o que traz alívio e resolve a raiz do problema.
Com avaliação precisa, encontramos a preferência direcional — um padrão de movimento que melhora os sintomas quase imediatamente porque quebra o padrão que te causa dor. A dor é o termômetro do corpo. Minha função é ler esse termômetro com precisão.
Não. A ideia de que repouso cura hérnia está ultrapassada.
Hérnia é uma condição compressiva, não inflamatória na maioria dos casos. E a dor compressiva melhora com movimento, não com imobilidade.
O repouso só é indicado quando a dor é tão intensa que qualquer movimento agrava o que é raro. Mesmo nesses casos, deve ser curto e seguido de movimento guiado.
O que mais causa dor crônica é a falta de exposição ao movimento certo no momento certo.
Essa é uma narrativa popular e lucrativa. Vendedores de colchões baseiam o discurso em algo que não tem respaldo clínico.
Dormir mal pode contribuir com a dor, claro. Mas dizer que o colchão causou a hérnia ou que trocar o travesseiro vai resolver é uma simplificação perigosa.
O que melhora sua condição é entender a biomecânica da sua coluna, seus hábitos de movimento e compensações acumuladas ao longo dos anos. O colchão certo se adapta ao seu corpo, mas ele não faz milagre.
Depende do seu quadro clínico, do tempo de dor e de como seu corpo reage.
Mas estudos científicos comprovam que 4 a 5 semanas já apresentam melhora significativa. Isso porque a abordagem é individual, ativa e direcionada à raiz do problema.
Alguns pacientes melhoram na primeira sessão. Outros demoram mais. Meu compromisso é não prometer milagres, mas entregar lógica, ciência e resultado.
Rua Getúlio Vargas, 121 – Sala 803 – Centro, Nova Iguaçu – RJ, 26255-060
Telefone: (21) 97631-0379

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